E já não eram sós, ambos somavam entre si, não importava mais quem era a primeira ou a segunda pessoa, por que eles eram um só. E todos questionavam-se sobre quem seria o sujeito e quem seria o predicado. Quem se conjugaria no pretérito e quem renunciaria, ou seria, a forma “mais que perfeita”. Conjugavam-se de maneira irregular explicitando suas diferenças, reconhecendo os fragmentos e os complementos. Buscavam a medida certa. E assim, reconheceram-se juntos, sem necessidade de mais nada para se completar, por que juntos, eles transbordavam.
O teatro mágico.  

(Fonte: desafagos)

O coração que bate aqui dentro é dela.
― Charlie Brown Jr. 

(Fonte: verbeando)

Ninguém perde ninguém, por que ninguém possui ninguém. Essa é a verdadeira experiência da liberdade: ter a coisa mais importante do mundo, sem possuí-la.
John Lennon.

(Fonte: so-quotes)

Te desejo uma saudade cheia de mim.

(Fonte: raizdeflor)

Você me tem. E isso é tão evidente que se você me pedisse pra ficar 22 vezes eu aceitaria 23.
Matheus Ovando  (via verborragias)

(Fonte: lettres-a-paris)

É louco como eu ainda fico nervoso quando se aproxima a hora de a gente se encostar. Isso não acontece com boa parte das garotas que fiquei junto, não que eu me lembre. Sem pretensões, mas beijar na boca de uma garota não é uma das coisas que me levam a ter um surto. Mas com Juliete é sempre isso…
― Gabito Nunes (via ga-bi-to)
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